Tanto tempo depois volto a arriscar...
Arrisco muito mais que o que está perante os olhos dos outros.
Arristo a minha essência, os meus medos, os meus limites.
Um dia disse que a vida só valia a pena quando vivida por inteiro. Quando perdesemos o medo de arrscarmos, pois só aí sentiriamos o sabor da vida a correr nas nossas veias. Apenas aí, nos sentiriamos verdadeiramente vivos.
Hoje arrisquei, como tenho arriscado nos ultimos tempos. E a conclusão que tiro é que comecei a viver... Comecei a sentir o sangue correr-me nas veias, o ar a entrar nos pulmões, o coração como algo mais que uma máquina que bombeia.

1 comentário:
ola
gostei muito do teu blog
convido te a visitares o meu - máquina de escrever
espero que gostes
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