quinta-feira, 12 de julho de 2007

Todos po diabo...

Será que é pedir muito, pedir para pararem de me chatear a cabeça??? Não preciso que me mandem estudar - eu sei o k tenho pa fazer... Não me dá gozo nenhum chumbar às cadeiras caso não tenham ainda reparado...
Se não têm mais nada que fazer vão chatear o diabo...

O que é demias chateia...

Percebam uma coisa: o facto de serem meus amigos não vos dá o direito de pensarem que mandam em mim!!! É dificil perceber isso? Só há uma pessoa que manda em mim: EU!!!

O que é demais chateia e hoje conseguiram... Parabens!!!

Dormir...

Há alturas em que o melhor que fazemos é dormir. Não ficar um dia a dormir, mas uma série de dias ou semanas...
Esta semana é um desses casos - porque motivo não adormeci no inicío de julho para acordar no final do mesmo quando estriver pronta pa ir de férias???
Esta semana traduz-se em: estudar, fazer oral a obrigaçoes na 4ª - na qual tive o belo do 7(sete) -, estudar, fazer oral a comercial com Prof. Menezes Cordeiro amanhã (a nota é capaz de não ser muito diferente da de obrigações)... Depois da bela semana, volto a ter que estudar porque Penal ainda espera por mim - para bem da minha saúde mental espero passar a essa.

Enquanto tudo isto se passa, os meus amigos (embora não todos, pois alguns têm a mesma "vida" que eu), vão para a praia aproveitar o belo do sol, passear, cinema, teatro, copos, copos e copos...

Mas será que alguém me deixa fazer-lhes companhia???

terça-feira, 10 de julho de 2007

Anjo Perdido

Anjo Perdido - Toranja


Mais uma noite esquecida..
O tempo que não passa mais.
Um pedaço de ti dentro da fumaça.
Que o abraço é o teu abraço.
Que a noite é um poema que te oiço cantar.
Rima a tua voz entre versos no ar,
entre miragens de nós e medos de voar.

Vem voar, meu anjo perdido...
Teu anjo perdido.
Vi-te parar.
Brilha a cantar, Princesa de tudo...
Que tudo faz-te voar!

Mais um shot de wishky.
Enraizar a amizade, que o meu amigo é o wishky.
Confundo a saudade, escondo do ar.
És tu o poema que ouço cantar.
Sinto a tua voz sorrir a chorar,
entre miragens de nós e medos de voar.

Vem voar, meu anjo perdido...
Teu anjo perdido.
Vi-te parar.
Brilha a cantar, Princesa de tudo...
Que tudo faz-te voar!

Vem voar...
Vem voar...
Vem voar...

Sem medos de tentar, sem medos de perder,
sem medos de ganhar, sem medos de sofrer!

Nunca te vi voar!
Nunca te vi voar!
Nunca te vi voar!
Vem voar...
Vem voar...
Vem voar...

domingo, 8 de julho de 2007

Confusa...

Estou mais um dia em casa fechada a tentar estudar. Odeio os fins de semana quando tenho que estudar - nao aproveito o belo sol que faz lá fora, e acabo por nao estudar nada porque deixo melancolia apoderar-se de mim.
Deparo-me novamente a pensar em ti... Estive a ver uns blogs, mais exactamente um blog que faz referencias a ti, mas sem falar no teu nome... sabes do que falo... ao ler o que lá foi escrito durante tanto tempo, percebi melhor que nunca o que vos unia, o que sentias, e vejo o que ainda sentes, mesmo quando dizes que é passado e que tudo já passou. Ninguém deixa de amar alguém com tanta facilidade, tão de repente...
Pergunto-me porque negas o que ainda sentes... Sabes que o que sinto por ti é uma grande amizade, e que podes confiar em mim sobre todos os assuntos da tua vida. De facto, sei que confias em mim, tal como confio em ti, mas... continuas sem falar de ti e do que sentes. Sei melhor que ninguém o quanto custa falar de nós e dos nossos sentimentos, e tu sabes disso.
Por vezes, sinto-me sem defesas para contigo... sabes demasiado de mim, dos meus sentimentos, da minha vida. No entanto, apesar de saber muito de ti, muito mais do que se calhar pretendias, ainda sei pouco de ti...
tento dia após dia conhecer-te, perceber-te, e manter distancia suficiente para que esta nossa amizade nao se torne em algo mais... Tento cumprir a nossa máxima: distanciarmos o fisico do racional...
Espero que ambos consigamos fazê-lo... Não quero por nada que nenhum de nós se magoe...
Espero que ambos saibamos o que estamos a fazer...

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Aconteça o que acontecer

Já se passou algum tempo desde que começamos esta nossa forte amizade. Nos últimos tempos ela tem-se tornado tao intensa que por vezes tenho medo que seja um sonho, e um dia acorde e já nao estejas lá... que a nossa amizade tenha acabado da mesma forma como começou, pelo simples facto de que nao soubemos manter a distancia entre nós. A distancia que existe numa comum amizade.
Depois de tudo, tenho pensado em mim, em ti, em nós... novamente a pensar em nós. Não há dia que em que nao pense em tudo o que tem acontecido, que nao pense no que poderá vir a acontecer, de bom e de mal...
Por vezes penso ter uma certeza: que consegui manter a distancia entre o fisico e o racional tal como prometemos em nome da nossa grande amizade. De facto, não posso dizer que esteja apixonada por ti ou sinta algo do genero... mas o que é de facto a paixão e o amor? Quando estou contigo não consigo resistir aos teus olhos, aos teus encantos, à tua cara de menino e de demónio. Quando estou longe de ti, não consigo parar de pensar em tudo o que se passou entre nós, em se algum dia voltarei a estar contigo da mesma maneira, em como era bom estar contigo, no momento em que voltarei a falar contigo...
hoje, quando chega a noite ligo a internet na esperança de que estejas online, de ver o que escreveste, de saber como tas...
Digo a mim mesmo que nao se passa nada entre nós, só a nossa grande amizade nos une, e que nada além dela nos ligará um dia...

aconteça o que acontecer...

domingo, 17 de junho de 2007

divagações...

Dediquei-me hoje a ler o Mito de Sísifo de Albert Camus... uma livro muito bom de facto... Existencialista, filosofico e sobretudo que nos faz pensar... Porém, à medida que vou lendo o livro nao penso tanto no que lá está escrito, mas em quem lê Camus, em quem tem conversas existencialistas comigo, em quem me faz pensar no sentido da vida e no motivo porque vivo a vida de determinado modo.
Por muito que queira nao pensar em ti, nao consigo...
Será que ainda mesmo antes de algo se ter passado o racional ja interferiu com o fisico, ou são apenas as minhas duvidas quanto às tuas afirmações que me estao a dar em doida? Espero sinceramente, por mim, por ti, por nós, que seja só a minha ansia de resposta as tuas questoes que me faça pensar em ti...
A velha máxima contin ua a vigorar entre nós: resistir a instintos fisicos, em nome de uma grande amizade...
Obrigada pela amizade,... obrigada por todos os momentos que passamos juntos,... obrigada....

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Amizade...

A amizade é uma das coisas mais importantes da vida... sem amigos nao somos nada... mas até que ponto estamos dispostos a congelar a nossa vida e resistir aos nossos instintos, para mantermos uma amizade, por muito importante que ela seja? Até que ponto somos capazes de resistir?

segunda-feira, 23 de abril de 2007


origem da tulipa

A tulipa é um gênero de plantas angiospermas (plantas com flores) da familia das liláceas.
Com cerca de cem
espécies, as tulipas têm folhas que podem ser oblongas, ovais ou lanceoladas (em forma de lança). Do centro da folhagem surge uma haste ereta, com flor solitária formada por seis pétalas. Cores e formas são bem variadas. Existem muitas variedades cultivadas e milhares de híbridos
em diversas cores, tons matizados, pontas picotadas, etc.
O bulbo contém
alcalóides termoestáveis e cristais de oxalado de cálcio. A ingestão é geralmente acidental. Manipulados liberam um pó que pode provar conjuntivites, rinites e até crises de asma
.

As tulipas são originárias da
Ásia Central e não dos Países Baixos, como o senso comum leva a imaginar. Foram levadas para a Holanda em 1560 pelo botânico Conrad Von Gesner. O nome da flor foi inspirado na palavra turco-otomana tülbend, posteriormente afrancesada para tulipe, que originalmente significa turbante, considerando a forma da flor invertida. Algumas referências defendem que as tulipas seriam originárias da China, de onde foram levadas para as montanhas do Cáucaso e para a Pérsia
.
Chinesas ou turcas, o fato é que elas se transformaram numa paixão para os holandeses e essa paixão foi tanta que gerou até uma especulação financeira envolvendo os bulbos desta planta, chegou a ser a quarta maior fonte de renda do país. A área mais antiga de cultivo de tulipas nesse país é a que circunda a cidade de Lisse. Hoje, é a flor nacional da
Turquia (é nativa lá) e do Irã
.